Além de habitarem áreas abertas nas cidades, os pombos também podem migrar para o interior dos ambientes e fazer seus ninhos nos sótãos e forros dos telhados. Eles representam riscos à saúde pública com a transmissão de criptococose, salmonelose, histoplasmose e ornitose. Espécie comum: pombo-doméstico.
Os mosquitos completam seu ciclo reprodutivo em poucos dias e a infestação pode invadir os ambientes quando menos se espera. Além das picadas incômodas, esses insetos transmitem zika, chikungunya, dengue, entre outras doenças. Espécies comuns: Aedes aegypti, Culex quinquefasciatus e Anopheles.
São pragas ágeis e que se proliferam com rapidez quando encontram condições favoráveis. Os ratos transmitem leptospirose, hantavirose, salmonelose e peste bubônica, o que reforça a importância de um controle profissional eficaz para eliminação das colônias. Espécies comuns: rato-preto, ratazana e camundongo.
A RDC nº 622/2022 determina que as controladoras de pragas devem manter seus colaboradores registrados nos conselhos profissionais competentes, de modo a manter a responsabilidade técnica do atendimento.
Os produtos regularizados possuem a aprovação do Ministério da Saúde e se destacam tanto pela eficiência quanto pela segurança no controle de pragas. A venda e administração são restritas à empresa responsável pela dedetização, garantindo o uso adequado e seguro.
Os problemas causados pelas pragas urbanas incluem a possibilidade de transmissão de doenças perigosas e contaminação alimentar. Nos ambientes, os danos aos sistemas elétricos, tubulações e aos móveis são os principais riscos estruturais. Além disso, podem provocar acidentes perigosos e fobias, comprometendo a segurança e o bem-estar das pessoas.
Baratas, formigas, ratos, mosquitos, moscas e cupins são as pragas mais comuns nas cidades. Outros agentes, como pombos, pulgas, carrapatos, aranhas, escorpiões e percevejos de cama, também podem infestar os ambientes.
É fundamental contratar a abordagem profissional de forma preventiva ou ao identificar os primeiros sinais de pragas urbanas no local, de modo a controlar os focos e evitar a migração para outras áreas.
O controle de pragas é um conjunto de ações estratégicas que localizam e eliminam as colônias de pragas urbanas a partir de métodos seguros e produtos de qualidade. Promove a segurança das pessoas contra a transmissão de doenças e preserva os ambientes contra danos estruturais e prejuízos a longo prazo.
A vedação estrutural impede o acesso de insetos, roedores e animais peçonhentos ao interior do imóvel. Ao dificultar a entrada, é possível evitar a formação silenciosa de colônias, além de prolongar os resultados da dedetização profissional.